quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Holidays holidays!
Ninguém sabe o quanto as próximas duas semanas me vão saber bem. Preciso de estar comigo mesma. Preciso de estar sozinha. Longe da civilização. Preciso de parar de fingir que sou forte perante todo o mundo quando no fundo não sou. Sou das pessoas mais fracas e frágeis que pode existir. E das mais ingénuas, visto que me deixo enganar por qualquer alma deste planeta.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Às vezes temos que cair com a cara directamente no chão ou de levar-mos um par de estalos que nos faça acordar para a realidade. Às vezes é das melhores coisas que nos pode acontecer. Acho que cresço mais com essas quedas em cinco ou dez minutos do que meses e meses a tentar crescer como pessoa. Às vezes fazer as malas e ir para fora uns dias para organizar a mente é a solução de todos os males. Nunca vamos conseguir pensar decentemente no que queremos sem nos afastarmos da civilização.
A conclusão que tirei foi: Existe algum rapaz que mereça verdadeiramente o coração de uma rapariga? Não.
Posso não ser o melhor exemplo como pessoa mas não sou hipócrita, fiz coisas que nunca pensei fazer, mas, não me arrependo. Aprendi com elas. Mas existem rapazes - não todos - que sabem que erram e voltam a fazê-lo mil e uma vezes. Por pouca sorte são esses que me calham sempre na rifa.
Por mais que eu erre para contigo pergunto-me mil e uma vezes: O que fizemos de errado? Como é que chegamos a este ponto? Como chegamos ao ponto de não nos respeitar-mo-nos um ao outro? Onde? Onde é que erramos? Sempre tivemos tudo. Mas nos últimos meses mais parecemos uns estranhos. Perdemos tudo o que construímos durante anos. Simplesmente não existe respeito. Nem sabes o quanto eu queria que tudo fosse diferente. Sim, errei muitas vezes para contigo, tal como tu para comigo. E agora? Chegamos a um ponto que é insustentável, por mais que queiramos que isto resulte, duvido que as coisas se endireitem. Para isto resultar teríamos que deixar tudo para trás. Mas e certos sentimentos que se foram perdendo ao longo do tempo? Como se recupera isso? A coisa mais frágil e importante foi quebrada. A confiança. Tanto por mim como por ti. Não vou ser hipócrita. Quem mais a quebrou fui eu. Mas no fundo sei que és tu que quero para mim. Somos uns sortudos entre os adolescentes. Estamos juntos à tantos anos e mesmo assim parece que nunca nos vamos entender.
Não consigo encontrar imagem uma imagem que se aproprie melhor ao meu dia de hoje. Não sei como descrever o turbilhão de sensações. Umas boas e outras más. Tu, como sempre, desde-me as melhores. E não devias. Isto é tão errado mas não o consigo evitar.
No fundo isto acaba por ser como se eu e tu fossemos um brinquedo um para o outro. No início existe uma grande "paixão" por ele, com o passar do tempo e quando mais uso lhe damos mais farto estamos deles, e, com isso deixamos de "brincar" e pomo-lo a um canto. Já tivemos mais química. Agora temos mais física. Se que entendeste o trocadilho. Sei que isto vai ser apenas uma aventura proibida para mim e para ti, que provavelmente um dia vou deitar tudo o que tenho a perder por causa disso, mas sei que mesmo que passe muito tempo que não me vou esquecer de ti, fazes parte da única vez que quebrei as regras numa relação. Não me sinto orgulhosa por isso. Aliás tu mexeste com a minha vida toda. Tinha uma vida quase perfeita e entras-te na minha vida num momento de fraqueza. Tu ainda me perguntas porque é que continuo a forçar uma coisa que já não me faz feliz à tanto tempo mas a resposta é simples, meu querido, tu és quem eu quero neste momento, mas eu conheço-te, sei bem que não passarás nunca do que já és, e, que daqui a mais dia ou menos dia vai deixar de existir toda a química que tínhamos. E, agora pensa, será que vale a pena eu abdicar de tudo o que tenho por ti? Tu que não me garantes nada? Eu não sou parva. Sei bem como as coisas são. Eu sou é fraca porque não tenho coragem de te dizer que não a qualquer coisa que me peças.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
"Tu seduzes-me só de entrares na minha casa"; tu sabes do desejo que tenho por ti, o teu cheiro, da tua pele, da tua carne. E, usas e abusas desse poder que tens. Alicias-me de todas as maneiras que sabes. Sabes bem que és, neste momento, o meu ponto fraco. O meu único ponto fraco. Como é possível resistir a um rapaz como tu? Sabes exactamente o que quero, mas no fundo usas isso como um meio para atingir um fim. E eu deixo que o faças, uma, duas e três vezes.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Mantenho-me de olhos fechados e respiro fundo. Oiço todos os sons que estão a surgir à minha volta. Começa um novo dia. Sempre com o mesmo pensamento. "Eu tenho que fazer isto, eu tenho que conseguir fazer isto". Hoje foi um dia relativamente fácil para mim comparando com os dias anteriores. Hoje, por mais que te tenham procurado, os meus olhos não pousaram em ti. Continuo com o enorme problema de a minha cabeça chamar por D e o coração por C, mas nenhum de vocês parece reparar que não estou bem, não por fora, mas por dentro, mas nada que não passe, pelos menos assim espero...
domingo, 9 de dezembro de 2012
Sinto-me um pessoa ingrata. Tenho tudo o que qualquer gostaria de ter e mesmo assim não me sinto satisfeita com o que tenho. Falta-me ter sentimento por aquilo que tenho.
No fundo a culpa não é apenas minha. Em parte, também é tua.
És perfeito mas não me tens tratado como devias. Sufocas-me. Insultas-me quando te chateias. Controlas-me até dizer chega. E, é isso provavelmente que me afasta de ti e me aproxima de outrem.
A culpa também é minha. No fundo, fui eu que deixei que se aproximassem de mim. Achei o conforto que não me dás a maior parte do tempo noutra pessoa. Sei que não ajo bem por cair nos braços de outra pessoa, mas é onde me sinto bem e segura. E, não deveria ser com ele que me deveria sentir assim. Mas, sim, contigo. Não vou dizer que és tu que me empurras para esta situação constrangedora. Mas foste tu que me tiraste o interesse que tinha por ti. Não és a pessoa que eras, que me dava asas para voar. Hoje já não as tenho. Cortaste-as.
Com isto sinto que deveria estar sozinha por uns tempos. Para saber o que realmente quero para mim, mas sinto-me fraca porque acabo sempre por cair em tentação por mais que o evite...
Nunca irás ler isto. Para mim este blog é o meu diário, por isso irei protege-lo sempre de ti.
No fundo a culpa não é apenas minha. Em parte, também é tua.
És perfeito mas não me tens tratado como devias. Sufocas-me. Insultas-me quando te chateias. Controlas-me até dizer chega. E, é isso provavelmente que me afasta de ti e me aproxima de outrem.
A culpa também é minha. No fundo, fui eu que deixei que se aproximassem de mim. Achei o conforto que não me dás a maior parte do tempo noutra pessoa. Sei que não ajo bem por cair nos braços de outra pessoa, mas é onde me sinto bem e segura. E, não deveria ser com ele que me deveria sentir assim. Mas, sim, contigo. Não vou dizer que és tu que me empurras para esta situação constrangedora. Mas foste tu que me tiraste o interesse que tinha por ti. Não és a pessoa que eras, que me dava asas para voar. Hoje já não as tenho. Cortaste-as.
Com isto sinto que deveria estar sozinha por uns tempos. Para saber o que realmente quero para mim, mas sinto-me fraca porque acabo sempre por cair em tentação por mais que o evite...
Nunca irás ler isto. Para mim este blog é o meu diário, por isso irei protege-lo sempre de ti.
O que é que eu estou a fazer? O que eu estou à minha vida e a mim mesma? Não consigo forçar mais isto. Tenho tentado mas não consigo. Acabo sempre por cair em tentação - e nos braços de quem não devia.
Braços esses, que queria que me abraçassem todas as noites antes de adormecer e todas as manhãs mal acordasse. Eu até poderia ter isto. Estar com a pessoa que gosto. Mas, eu penso sempre muito à frente e sei que não iria passar do que já sou, e, que não iria durar muito. O que a minha cabeça me diz é isto. Que devo continuar como que estou, que é isso que me irá garantir um futuro. Um casamento. Uma família. Que o meu coração só palpita por isto agora e que daqui a uns tempos já não irá ser assim. Mas é forte demais. Os sentimentos de um adolescente são sempre fortes demais para ligar à cabeça por mais que ela tenha razão.
No fundo, já qualquer adolescente de 18 anos passou o mesmo do eu estou a passar agora. Um dilema coração VS cérebro. Mas quanto tempo deixaram arrastar isso? Uma semana? Duas? Comigo está a prolongar-se mais do que era suposto. No fundo sei que tenho que ceder. E dizer ao meu cérebro: "hey ganhas-te. Eu sei que tens razão" mas é mais difícil do que parece. Preciso urgentemente de me afastar de ti. Mas para isso acontecer tenho que mudar de escola, cidade, de vida.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Isto torna-se cada vez mais insuportável.
Estar com uma pessoa por a qual o meu coração já não bate... À muito tempo... Mas pergunto-me porquê? Porque é que eu faço isto a mim mesma? Se calhar sei que o meu futuro tem que ser assim.
Tenho uma vida quase garantida. E por quem o meu coração bate não me garante nada... Só de dá incertezas, sobre o que hei-de fazer. Mas tenho a certeza que dali não tiro um futuro...
Eu sou assim, uma pessoa que há-de sempre pensar mais no futuro do que no presente. É esse, provavelmente, o meu maior defeito.
Mas agora não quero pensar o quão má a minha vida amorosa está. Apenas quero pensar que é quase natal, aquela altura que me fazia vibrar quando era mais nova.
Agora já não me diz muito, continuo a estar muito feliz nessa altura mas é uma felicidade com significados diferentes. Se antes vibrava com as prendas todas, hoje fico feliz por estar reunida com a minha família. Porque o natal é isso mesmo. União. Para mim os melhores Natais que passei foi sem dúvida quando era uma criança. Mas hoje dou muito mais valor à época. Cresci. E aprendi muitas coisas, se antes fazia cinco cartas ao pai natal a pedir montes de brinquedos. Hoje, só peço paz de espírito.
Estar com uma pessoa por a qual o meu coração já não bate... À muito tempo... Mas pergunto-me porquê? Porque é que eu faço isto a mim mesma? Se calhar sei que o meu futuro tem que ser assim.
Tenho uma vida quase garantida. E por quem o meu coração bate não me garante nada... Só de dá incertezas, sobre o que hei-de fazer. Mas tenho a certeza que dali não tiro um futuro...
Eu sou assim, uma pessoa que há-de sempre pensar mais no futuro do que no presente. É esse, provavelmente, o meu maior defeito.
Mas agora não quero pensar o quão má a minha vida amorosa está. Apenas quero pensar que é quase natal, aquela altura que me fazia vibrar quando era mais nova.
Agora já não me diz muito, continuo a estar muito feliz nessa altura mas é uma felicidade com significados diferentes. Se antes vibrava com as prendas todas, hoje fico feliz por estar reunida com a minha família. Porque o natal é isso mesmo. União. Para mim os melhores Natais que passei foi sem dúvida quando era uma criança. Mas hoje dou muito mais valor à época. Cresci. E aprendi muitas coisas, se antes fazia cinco cartas ao pai natal a pedir montes de brinquedos. Hoje, só peço paz de espírito.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Nunca vos aconteceu querer adormecer e só acordar quando todos os problemas tivessem passado? Ou acordar no corpo de outra pessoa, uma pessoa que não tenha problemas, que viva longe daqui...
Gostava de um dia acordar no corpo de alguém corajoso o suficiente para enfrentar tudo.
Que tenha a coragem que eu não tenho...
Todos nós já tivemos aquela típica guerra cabeça VS coração, em que só um está certo.
No meu caso nenhum deles está. Estão ambos errados. E ninguém consegue imaginar o quão difícil é manter a aparência de pessoa feliz e intocável. No fundo consigo ser uma boa actriz, afinal de contas consigo fazer com que toda a gente acredite que estou bem e que não preciso de ajuda, que sou a pessoa mais indicada para ajudar alguém porque estou em paz de espírito, mas na verdade não estou.
Gostava de um dia acordar no corpo de alguém corajoso o suficiente para enfrentar tudo.
Que tenha a coragem que eu não tenho...
Todos nós já tivemos aquela típica guerra cabeça VS coração, em que só um está certo.
No meu caso nenhum deles está. Estão ambos errados. E ninguém consegue imaginar o quão difícil é manter a aparência de pessoa feliz e intocável. No fundo consigo ser uma boa actriz, afinal de contas consigo fazer com que toda a gente acredite que estou bem e que não preciso de ajuda, que sou a pessoa mais indicada para ajudar alguém porque estou em paz de espírito, mas na verdade não estou.
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